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O que o amor não tem?

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O que o amor não tem?

Ele não tem regras ou
explicação,
pode ser real ou fruto de nossa imaginação.

O amor não tem culpa ou idade,
ele não tem sexo.
Mas, satisfaz-se na simplicidade,
e goza na companhia da pessoa amada.

O amor não tem preconceito,
não tem limites,
ele não tem fim… é um eterno recomeço.

O amor não tem orgulho…
não é ufano,
pode ser puro, santo ou profano,
é uma dádiva, uma conquista, um merecimento
dado a animais e humanos.

O que o amor não tem?
Nariz, mas se embriaga
ao sentir o perfume do objeto desejado,
roçado, esfregado, apertado, tocado e acariciado
por mil bocas e línguas sobre sua tenacidade.

O amor não tem começo,
meio ou fim… é eternizado pelo momento vivido.

Mas o que o amor não tem?
Ele não tem nome, pode ser qualquer um
Pode ser Pedro, Paula, Maria, Marcos, Kamila ou Zapú.

O amor não tem formalidades
leis, amarras, preceitos,
ele é simplesmente assim,
completamente bobo,
alheio, avesso,
às vezes, lindamente sem jeito,
tropeça, erra, aprende, surpreende e se perdoa…
Por que? Porque amar, é uma coisa boa!

O amor realmente não tem jeito,
não tem remédio,
é um vício louco, frenético, que dita nossas fantasias,
ele nos transpira, inspira, emana, evapora,
nos pede para ficar,
nos manda embora,
diz que acabou… é o fim… mas, o amor é assim:
um perene existir!

O amor não é cativo…
Ele escorrega por entre dedos, pernas, coxas,
pelos, peles e bocas
sedento de desejos.

O amor não é doce ou ácido,
ele é quente… aquece, emudece,
nos adoece
quando amamos loucamente.
É energia,
que nos deixa fortes,
para a batalha,
outrora, fracos e medrosos,
mas o amor è assim: ávido, esplendoroso, devorador,
não se contenta com migalhas.

Realmente o amor não tem jeito,
não tem voz,
fala pelo toque,
a mão na mão, a pele na pele,
a boca na boca,
o silêncio do olhar discreto,
o sussurro noturno, o grunhido assibilado pela brisa,
o sonho em conjunto,
o desejo solitário diluindo em
brancos líquidos até encontrar meu eu em você.

O amor não tem controle, é um eterno querer e perder.
Por si, já é dado às alegrias,
traquinagens, medos e folias.

O amor é entrega, risos, lágrimas, gritos, agonias,
ele até faz poesias
sobre um arco-íris de prazer.
Esse é o amor cheio de vontades e sofrer.

O amor de fato não tem voz, mas em silêncio se faz entender.

O amor nunca foi à escola, mas acredite:
ele sabe escrever sua própria história.

Autora: Betânia Sol Lisboa – uma Borboleta em eterna mutação…
CRÉDITOS:
=> As imagens utilizadas neste post: Filme “Obsessed” – Com os atores: Idris Elba e Ali Larter
=> A música que toca no play – Seal – Secret não tem qualquer fim de distribuição.

31 Comentários
  1. mestremar | 05/01/2012
  2. El Éxodo | 06/01/2012
  3. Everson Russo | 06/01/2012
  4. Everson Russo | 07/01/2012
  5. renata bomfim | 07/01/2012
  6. Diná | 08/01/2012
  7. Valter Montani | 09/01/2012
  8. Diego | 10/01/2012
  9. Renata Miranda | 17/01/2012
  10. Zé Carlos | 23/01/2012
  11. Samara de Oliveira | 28/01/2012
  12. Ewerton Lenildo | 01/02/2012
  13. Antonio Cícero da Silva(Águia) | 21/02/2012
  14. Celso da Costa Torres | 07/03/2012
  15. Luciene Lima Prado | 10/03/2012
  16. Felisberto Junior | 12/03/2012
  17. Mario | 14/03/2012
  18. Mario | 14/03/2012
  19. Luiz Alfredo | 10/04/2012
  20. Susana Bighelini | 17/04/2012
  21. Alma Mateos Taborda | 06/06/2012
  22. beija-flor-poeta | 26/06/2012
  23. Diná Fernandes de Oliveira Souza | 01/07/2012
  24. Leônidas Grego | 22/08/2012
  25. Guilherme Arantes Junqueira | 21/12/2012
  26. sergio, beija-flor-poeta | 31/01/2013
  27. Andre Brad Okaj | 24/03/2013
  28. Blake | 27/03/2013
  29. Caio Jonathan | 23/05/2013
  30. Simone Guerra | 28/12/2013
  31. Calila Santos | 04/02/2016

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